Categoria: Espanha

  • Lamine Yamal gozou com o penteado dos colegas e a reação foi esta

    Lamine Yamal gozou com o penteado dos colegas e a reação foi esta

    As promessas são para cumprir e que o digam Pablo Gavi e Pedri. Espanha foi campeã do mundo e a dupla espanhola fez o prometido, acabando por pintar os respetivos cabelos.

    O problema é que, quando mudamos o look, colocamo-nos a jeito de ter alvo de piadas entre os amigos e os companheiros de equipa. E foi isso mesmo que aconteceu no Barcelona.

    Lamine Yamal não perdoou os penteados dos colegas no Barcelona e gozou com isso. “Chupa-chupa de morango e nata”, atirou o esquerdino.

  • Hjulmand taxativo: “O Sporting é um grande clube, mas o Atlético…”

    Hjulmand taxativo: “O Sporting é um grande clube, mas o Atlético…”

    Morten Hjulmand concedeu, no passado domingo, uma extensa entrevista ao jornal desportivo espanhol Marca, na qual, entre outros temas, falou sobre os primeiros tempos no Atlético de Madrid e ainda das diferenças do futebol espanhol para o português, onde representou o Sporting.

    O internacional pela Dinamarca deixou rasgados elogios ao clube de Alvalade, onde esteve durante as últimas três temporadas desportivas, mas sublinha que está a viver um sonho ao serviço dos colchoneros.

    “O Sporting é um clube muito grande em Portugal, mas o Atlético também. Queria estar aqui, jogar e fazer parte da história do Atlético. Esse é o meu objetivo aqui. Já disse na apresentação que, neste momento, estou a viver o meu sonho: fazer parte da família do Atlético. E é aqui que me vejo durante muitos anos”, começou por dizer o antigo capitão de equipa do Sporting.

    “O espanhol é parecido com o português, por isso consigo perceber um pouco de espanhol e acho que eles também conseguem perceber algumas palavras quando falo em português. É por isso que já consigo comunicar com os jogadores e a equipa técnica”, acrescentou.

    Ainda que esteja há muito pouco tempo em Espanha, Morten Hjulmand diz já notar algumas diferenças na maneira de jogar.

    “Tenho de adaptar-me. É mais rápido e mais físico do que em Portugal. Foi bom ter tido quatro semanas e agora ter mais duas antes do primeiro jogo da Liga espanhola. A adaptação é muito importante porque tive semanas inteiras para conhecer o nível e compreender o ritmo. Mas a qualidade que existe aqui exige que me adapte o mais rapidamente possível. Por isso foi perfeito ter tido este tempo, porque, obviamente, aqui o nível é diferente, tudo é mais rápido e mais físico”, sinalizou o médio nórdico.

    “Sou muito curioso por conhecer bem os outros jogadores, tanto fora do campo como durante os treinos. Penso que foi por isso que me viram como uma espécie de líder dentro da equipa. Claro que estou agradecido pelas decisões dos treinadores, que me levaram a ser o que sou hoje. Mas acho que ser eu próprio é o que justifica escolherem-me como capitão de equipa”, ressalvou Hjulmand.

    O médio dinamarquês foi ainda questionado sobre a tatuagem no ombro esquerdo com o símbolo do Arsenal, clube que na época passada derrotou tanto o Sporting como o Atlético de Madrid na caminhada até à final da Liga dos Campeões. O dinamarquês revelou que a mesma já não existe.

    “Eu era adepto do Arsenal quando era criança, mas já não tenho essa tatuagem. Faz parte do meu passado. Depois de me tornar profissional, quando me mudei para a Áustria, a minha mentalidade em relação a ser adepto mudou, porque agora estou no mundo profissional como jogador. Por isso, já não acompanho o clube como antes, porque agora tenho esta profissão. Mas sim, na época passada estivemos muito perto e esperemos que possamos alcançar este objetivo novamente nesta época com o Atlético”, finalizou.