Regresso agridoce a Portugal?: “Claro. Sentimos que houve momentos do jogo em que conseguimos jogar e conseguimos fazer frente ao Benfica, é claro que a diferença em termos de orçamento e de experiência é muito grande. Houve muitas partes no jogo em que nem tentámos jogar o nosso jogo, se calhar respeitámos demasiado o Benfica, mas temos de tentar impor o nosso jogo, e quando fizemos isso fomos minimamente bons e fizemos o golo. Mas fica difícil quando cometemos erro contra equipas deste calibre.”
Hearts com tarefa difícil na 2.ª mão: “Claro, não há impossíveis, mas este resultado contra o Benfica… é muito difícil, mas a esperança é a última a morrer.”
Em declarações à SIC.
Análise: “Disse ontem que o objetivo nunca era vir aqui perder, muito menos perder como perdemos. O que treinámos não foi o que fizemos, principalmente na primeira parte, na segunda parte falámos e decidimos que tínhamos de aplicar as ideias do treinador e o que treinámos durante a semana. Melhorou bastante, é óbvio que sofremos golos porque o Benfica tem uma qualidade enorme na frente, mas a verdade é que impusemos o nosso jogo e se tivéssemos feito isso desde início talvez o resultado fosse diferente.”
Carreira: “Espero que seja sempre a subir. Trabalho para isso e o meu objetivo de criança é este, é isto que amo fazer. Já é um orgulho enorme estar onde estou e o objetivo é subir sempre e chegar ao mais alto possível.”
Eliminatória está decidida?: “Resolvida não está, porque não há impossíveis no futebol e na vida, agora toda a gente sabe que é muito difícil contra o adversário que é perder 6-1 e fazer cinco golos para, pelo menos ir a prolongamento. É muito difícil, mas vamos ver.”









