Federação da Noruega exige demissão de Infantino da presidência da FIFA

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A presidente da NFF, conhecida crítica de Infantino, considera que o ítalo-suíço “não possui a confiança institucional necessária para liderar a FIFA de forma estável no período atual”, sublinhando que “não há retorno” para o presidente.

Infantino, único candidato declarado às eleições de março do próximo ano, precisa de garantir a maioria dos 211 votos das federações membros para assegurar um novo mandato.

O dirigente ítalo-suíço enfrenta contestação global desde que o projeto de comercialização parcial dos direitos da FIFA foi rejeitado por várias confederações.

Na sexta-feira passada, depois de enorme contestação das confederações, entre as quais a UEFA, de inúmeros agentes do futebol e mesmo da política, o organismo que tutela o futebol mundial, abandonou o projeto da FIFA Forward Enterprise (FFE), que tinha sido apresentado poucos dias antes.

O plano previa a criação da FFE, uma subsidiária destinada a gerir os ativos comerciais e eventos da FIFA, incluindo o Campeonato do Mundo, com a venda de 20% do capital a investidores privados.

A NFF já tinha contestado Infantino, denunciando intervenções externas — como a de Donald Trump no caso Balogun no Mundial2026 — e criticando decisões consideradas politicamente motivadas, incluindo a criação e atribuição do Prémio da Paz ao presidente norte-americano.

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