FIFA arrasadora. Organismo denuncia “esforço concertado” contra Infantino

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É mais uma acha para a fogueira de uma novela que já dura há várias semanas. A FIFA emitiu este sábado, através das suas redes sociais, um explosivo comunicado no qual sai em defesa do presidente Gianni Infantino, considerando que existe uma campanha não só para minar a autoridade do organismo, como também do seu presidente.

“Em consonância com as recentes declarações da CONMEBOL e da CAF, bem como com as discussões com as Federações-Membro da FIFA e as Confederações de todo o mundo, a FIFA não apoiará, facilitará nem tolerará qualquer processo relativo à eleição do Presidente da FIFA que seja incompatível com os Estatutos da FIFA, os procedimentos democráticos e o quadro de governação estabelecido. O Presidente da FIFA foi eleito democraticamente pelas Federações-Membro da FIFA e continua a exercer o seu mandato”, pode ler-se na nota que foi publicada na rede social X.

“É cada vez mais evidente que existe um esforço concertado e contínuo por parte de alguns para minar a FIFA e o seu presidente. Aqueles que não contam com o apoio das Associações-Membro da FIFA não devem procurar alcançar, através de alegações, insinuações ou desinformação, o que não conseguem alcançar através dos processos democráticos estabelecidos pela FIFA”, prossegue a nota, que critica ainda notícias recentes.

“As notícias recentes têm incluído afirmações infundadas e alegações comprovadamente falsas relativas à FIFA e ao seu presidente. As especulações e insinuações não devem ser apresentadas como factos, e a repetição não torna uma alegação verdadeira”, sublinha a FIFA, que lembra o percurso de muitos anos de Infantino ligado à indústria do futebol.

“O presidente da FIFA dedicou mais de 30 anos da sua vida profissional ao futebol europeu e mundial, contribuindo para mudanças significativas neste desporto e, em particular, para alargar o acesso, os recursos e as oportunidades em todo o futebol mundial. A mudança desafia inevitavelmente os interesses estabelecidos, mas o desacordo com essa mudança não pode justificar esforços para minar o mandato democrático do presidente da FIFA ou da instituição que ele foi eleito para liderar”, garante ainda o organismo.

“A FIFA acolhe com agrado o escrutínio legítimo. No entanto, o escrutínio não é um pretexto para distorcer factos, amplificar alegações infundadas ou criar distrações destinadas a minar o progresso. Sempre que as notícias forem imprecisas ou enganosas, a FIFA contestá-las-á de forma direta e vigorosa. A responsabilidade da FIFA é para com as suas 211 Federações-Membro e para com o futebol em todo o mundo. Não nos deixaremos distrair nem desviar do nosso objetivo de fortalecer a organização, cumprir as nossas obrigações para com as nossas Federações-Membro e continuar o trabalho de tornar o futebol verdadeiramente global. Através do Presidente da FIFA e da administração da FIFA, o nosso foco permanece firmemente nessa missão, e estamos mais determinados do que nunca a cumpri-la”, termina o comunicado.

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